quarta-feira, 10 de maio de 2017

Uma proposta de atividade etnometódica na Matemática: A etnomatemática e o ensino em comunidades índigenas


SUGESTÃO DE LEITURA:

A seguir sugiro a leitura de um artigo que julgo muito interessante, pois aborda um exemplo prático do que estamos aprendendo no curso de Avaliação e Currículo da professora Rita Stano dentro da área de Educação Matemática.

O título do artigo é: "A ETNOMATEMÁTICA NO MEIO INDÍGENA"

Dos autores:  Priscila Arcego,  Luzielli Franceschi, Juliane Berlanda e Nilce Fátima Scheffer.


 O artigo apresenta um estudo realizado a respeito da Etnomatemática com ênfase na educação indígena e destaca a importância da valorização da cultura e do contexto em que a escola está inserida em sala de aula, principalmente quanto às tradições de cada povo. Além disso, neste artigo foi apresentada a sua utilização no desenvolvimento dos conteúdos matemáticos em sala de aula e uma situação real em que a matemática está presente no dia-a-dia dos povos indígenas, como a construção de uma canoa de rikbaktsa como esta da figura abaixo:



Achei o artigo bem legal, já que aborda a minha área, que é a matemática com os atos de currículo em uma perspectiva etnometódica.
Aqui se encontra o link do artigo completo:

http://sbem.web1471.kinghost.net/anais/XIENEM/pdf/565_1068_ID.pdf

Espero que gostem e que façam uma boa leitura!


quarta-feira, 3 de maio de 2017

Relato da aula do dia 02 de Maio de 2017

Um dos tópicos iniciais desta aula, foi fazer uma breve discussão a respeito do filme "O silêncio", onde todos puderam dar sua opinião sobre o filme ao mesmo tempo que relacionavam-o com o currículo. O principal foco desta discussão, foi perceber o quanto é complexo uma situação em que se tenta arrancar os costumes e culturas de um povo, e isto é justamente o que o currículo faz, pois não se preocupa com quem irá seguir este modelo de currículo. Outro foco importante, foi perceber que por trás do currículo, sempre há interesses por poder assim como ocorre no filme. Dando continuidade a aula, chegou o momento da discussão a respeito do livro "pedagogia da autonomia" do autor/educador Paulo Freire. Foi uma aula bem dinâmica, na qual a professora Rita falou alguns tópicos para que todos os alunos relacionassem-os com alguma frase, palavra ou trecho do livro e em seguida explicassem o motivo para isto, sendo assim, foi uma aula em que todos participaram na mesma medida. A minha atividade ficou da seguinte forma:

Um princípio: "Formar é muito mais do que puramente treinar o educando no desempenho de destrezas"

Um conceito: Ensinar: Um processo de troca entre o aluno e o professor, onde ambos aprendem, ambos tiram suas dúvidas. `Porque (motivo) Antes de ensinar, devemos ter a consciência da importância e da beleza desta tarefa, da importância de fazer a diferença num sistema tão opressor que não se dispõe financeiramente e atenciosamente para oferecer informação e cultura.

Um questionamento: Como cobrar das crianças um minimo de respeito [...] Se o poder público revela absoluta desconsideração à coisa pública. "A realidade é assim mesmo, o que podemos fazer?"

Uma palavra: AMOR!

Uma cena: Do professor ser superior ao seu aluno... saber mais que seu aluno... ser melhor que seu aluno..."Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende, ensina ao aprender". "O aluno deve ser parceiro do professor na construção da aprendizagem".

Lição que fica: Nunca podemos parar de lutar. "Deve haver alegria e esperança".

Um significado: Avaliação: Seria boa se fosse feita juntamente com os alunos, pois a avaliação é para eles e não para o educador.

E assim... A aula finalizou. Vou deixar agora, os pontos mais marcantes do livro e minhas reflexões sobre esta riquíssima aula:

O que ficou gravado em minha mente...
Não devemos transferir conhecimento, mas sim construí-lo. 
Devemos pensar certo e não ensinar conteúdos programados.
Devemos respeitar a autonomia do educando.
Devemos estar dispostos e preparados para mudar, é tarefa difícil mas não impossível.
Devemos promover a formação ética.
Devemos avaliar o aluno pelo o que ele sabe e não para o que o professor queira.
Devemos ensinar para aprender e devemos aprender para ensinar.
Devemos romper o velho e buscar o novo.
Devemos buscar novos conhecimentos, ele não é algo pronto acabado.
Devemos buscar reflexões sobre sua prática pedagógica.

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 Alguns binômios dessa reflexão...


Discência x Docência

Autonomia x Subordinação

Discurso x Prática

Ensinar x Transferir

Conhecimento x Conteúdo

Transferência x Construção

Velho x Novo

Reflexão x Acomodação

Pesquisar x Repetir


domingo, 30 de abril de 2017

Super Recomendo: Filme "SILÊNCIO"

"SILÊNCIO"


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Data de lançamento 9 de março de 2017 (2h 42min)
Direção: 
Gêneros DramaHistórico
Nacionalidades EUAItáliaJapãoMéxico


SINOPSE E DETALHES:

No século XVII, dois padres jesuítas portugueses, Sebastião Rodrigues (Andrew Garfield) e Francisco Garupe (Adam Driver), viajam até o Japão em uma época onde o catolicismo foi banido. À procura do mentor deles, padre Ferreira (Liam Neeson) os jesuítas enfrentam a violência e perseguição de um governo que deseja expurgar todas as influências externas.

MEUS COMENTÁRIOS E REFLEXÕES
É um filme muito interessante, que nos tira de nossa zona de conforto fazendo-nos imaginar o mundo de uma forma diferente, já que questões muito polêmicas e profundas são abordadas, como a: RELIGIÃO e seus conflitos que no começo trazem para o centro de sua história a renúncia da fé cristã e no fim, uma declaração de amor à própria fé católica.
O filme mostra a extinção do catolicismo no Japão e ao mesmo tempo dois Jesuítas (protagonistas) resolvem viajar até lá. Entretanto, nesta viajem os Jesuítas se tornam os únicos/últimos católicos do Japão, pois o catolicismo havia acabado por conta da opressão de um governo que tinha como intuito preservar a cultura Japonesa e se afastar da dominação da fé católica/ Igreja, caso contrário, acredito que ficaria igual ao Brasil com as missões Jesuítas, já que um dos objetivos da Igreja era espalhar a fé cristã e aumentar o seu poder até dominar o mundo.
Sendo assim, o filme não só aborda a religião em si, como também aborda a busca de interesses políticos e a luta para adquirir o poder. Então, mostra a violência/defesa dos Japoneses contra as influências/ameaças externas, isto é, duas culturas disputando seu espaço. Entretanto, neste aspecto achei que o filme fornece uma imagem bem negativa e violenta dos Japoneses, o autor do filme também deveria mostrar "o outro lado da moeda" apresentando também os interesses católicos de descaracterizar e extinguir culturas e religiões de um povo local. Isto não ficou evidente no filme e foi uma parte negativa ao meu ver, já que o catolicismo também tem características pervertidas e dominadoras para conquistar poder. Fora isto, gostei muito do filme e me refletir muito sobre o que há por trás das religiões, o que ficou evidente que não é a adoração de um Deus. Mas sim, a busca por poderes para dominar o mundo.
O filme me permitiu também que eu relacionasse o contexto do filme com as questões curriculares, principalmente quando falamos de conhecimento poderoso, isto é, na elaboração do currículo há muitas questões políticas envolvidas para favorecer e defender os interesses de uma classe dominante que tem o intuito de manter ou aumentar o seu poder sob uma classe dominada, não se preocupando em hipótese alguma na cultura, interesses, pensamentos etc, desta classe. E no filme isto fica muito evidente ao mostrar que nas questões religiosas há muitos interesses envolvidos por trás delas, no caso enxergo a igreja católica querendo extinguir e enfraquecer os interesses, culturas e costumes de um povo local para se fortalecer ainda mais, pois é catequizando todos os povos do mundo que ela vai ganhando mais seguidores e poderes numa proporção mundial.
Assim, juntando o contexto do currículo e o contexto do filme, enxergo que as classes dominantes do contexto curricular são a igreja católica do filme e as classes dominadas do contexto curricular são os japoneses do filme.
 No final, o que fica é a busca pelo poder, custe o que custar.

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quarta-feira, 26 de abril de 2017

Relato de aula do dia 25 de Abril de 2017

Foi uma aula cujo tema principal era o currículo e as tecnologias digitais.
Para iniciar a discussão, foi apresentado o primeiro texto da nossa colega Priscila que abordava a avaliação e o currículo, de modo a introduzir o assunto de tecnologias na aula.
Assim o nosso colega Ney encontrou diversas reações de seu texto com o texto da Priscila, desenvolvendo ainda mais a discussão em sala de aula. O texto que o Ney leu, apresentava as relações que o currículo possuía com o cotidiano. Infelizmente, as relações encontradas eram bem poucas, o que me levou a acreditar que os assuntos abordados no currículo eram totalmente desconexos  do cotidiano dos alunos. Sendo assim, os alunos encontram diversas dificuldades para aprender, já que não consegue transpor o que é visto em sala de aula para a realidade, isto é, um exemplo bem claro para esta questão é observar que  meninos soltando e fazendo pipas no dia- a-dia entendem diversos conceitos relacionados a física e atemática, isto é, eles sabem quais são as medidas e recortes corretos para que a pipa consiga adquirir uma certa altura, sabem quais os movimentos eles devem fazer para que ela ganhe impulsos no ar, porém quando esses meninos chegam em sala de aula, eles reprovam nessas duas disciplinas (Física e Matemática) e isto é um problema muito sério que precisa ser revisto no currículo, que ainda continua muito conteúdista e totalmente desligado da realidade dos alunos.
Dando continuidade a aula, eu e a Jaqueline discutimos um texto que abordava a presença das tecnologias digitais no currículo escolar. (Na verdade a presença das TIC no currículo ainda é bem escassa).
Pude refletir até este ponto da aula que os tempos mudaram e o que antes atría os alunos, hoje já não atrai muito. Este fato pode ser entendido como uma consequência do desenvolvimento da era digital com o passar do tempo. Entretanto, mesmo diante dessas mudanças a escola ainda continua a mesma desde a era da revolução industrial, isto é, continua a ficar em um modelo tradicional e tecnicista preocupada somente a transferir conteúdos sem pensar nas subjetividades dos alunos. Quanto aos professores, estes continuam sem preparos e orientações para introduzir a tecnologia em sala de aula, tanto em questões técnicas (que vai desde de saber ligar um aparelho até interagir com ele), quanto metodológicas, pois não basta apenas saber como "mecher" em um aparelho. É preciso antes de mais nada, saber como você vai fazer com que seus alunos aprendam usando aquele aparelho.
Ainda em relação aos professores e o uso de tecnologias em sala de aula, percebi que alguns encontram resistência quanto ao seu uso, enquanto aqueles que aceitam aderir a novas técnicas, se deparam com aparelhos fornecidos pelo governo de baixa qualidade, o que inviabiliza o seu uso em sala de aula. Observando todos estes fatos, percebo que o uso de tecnologias em sala de aula de uma forma significativa e próspera ainda está muito longe de acontecer, visto tamanha desorganização de todo o sistema e também, leis que proíbem o uso de aparelhos móveis em sala de aula. Sobretudo, é uma realidade que ainda está longe de acontecer, mas não podemos perder as esperanças!
E para fechar com chave de ouro a nossa colega Ursula de uma maneira bem organizada recorrendo ao uso de material impresso como recurso, fez a apresentação de seu texto que abordava o ato didático e o currículo em ação. Foi uma apresentação muito interessante, pois fornecia uma abordagem histórica acerca desses assuntos e também relacionou de uma forma bem dinâmica o currículo e a didática.
Foi uma aula muito rica, que serviu muito para clarear todo o sistema curricular desde seu surgimento até suas probletizações que remetem diretamente na vida de cada aluno e também no andamento do nosso país.
O que fica é que mesmo diante desses diversos problemas e os caminhos obscuros que a educação vem tomando, não podemos perder as esperanças.


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quarta-feira, 19 de abril de 2017

Relato da aula do dia 18 de Abril de 2017

Esta aula se tratava das primeiras apresentações individuais referentes ao texto de cada colega.
Para começar, o aluno Arian apresentou seu texto, que se tratava da natureza da Ciência e do discurso pedagógico. Foi um texto no qual os autores relatavam diversas críticas em relação ao distanciamento desses dois campos.
Posteriormente, foi a vez do nosso colega Carlos falar de seu texto, já que conseguiu encontrar relações com as palavras do Arian. O texto do Carlos abordava os aspectos sociais do Currículo juntamente com o conhecimento poderoso, isto é, quem tinha poder é quem determinava o que deveria ter no currículo com intuito de defender seus interesses e dominar as classes.
Prosseguindo com as discussõe, a nossa colega Micheli apresentou seu texto, que abordava assuntos relacionados a cultura escolar, que possuía bastante relações com os dois texto anteriores, só que agora, numa perspectiva que mostra a ausência de ligação entre a Ciência e disciplinas no contexto da cultura escolar.
Para fechar, a Maria auxiliadora nos apresentou seu texto que se tratava do Currículo, avaliação e os ciclos da escola. A colega deu bastante ênfase nos ciclos escolares, um modo de organizar a dinâmica de trabalho da escola, seus projetos, blocos, disciplinas, etc. Enfim, foi um modo de explicar como o currículo é organizado/estruturado em relação aos trabalhos da escola.
Para finalizar a aula, a professora Rita fez uma discussão conclusiva que remetia as quatro apresentações de uma maneira bem dinâmica na lusa, já que um texto "puxava" o outro. Foi uma aula muito rica, na qual permitiu conhecer o que há por trás da elaboração do currículo, quais são os interesses envolvidos, como é feita a estrutura curricular, as relações do currículo com a perspectiva cultural, com o cotidiano escolar. Me mostrou quem não são todas as vezes que o currículo irá se encaixar com a escola, disciplinas e cultura escolar, muitas vezes ele é desconexo desses fatores, gerando consequências muito negativas, como a perda da capacidade crítica do aluno, por exemplo.

domingo, 16 de abril de 2017

TÓPICOS CENTRAIS DO TEXTO: "DIGITAL E CURRÍCULO NO INÍCIO DO SÉCULO XXI"

Apresentarei aqui, os pontos mais importantes , ideias centrais, terminologias, significados e questionamentos do texto que a professora Rita me enviou, intitulado: "Digital e Currículo no início do século XXI" do autor Fernando Albuquerque Costa.
Trata-se de um texto publicado nas Actas da VI conferência internacional das Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação. Seu foco central aborda a presença das TIC's na Educação em uma divisão de 11 partes:

INTRODUÇÃO: 
O autor toma como ponto de partida 3 dimensões, formando um triangulo didático: Aluno: Mudaram seus  interesses, solicitações, estilo de vida e valores culturais. Professor: Confrontados à mudanças metodológicas diferentes da era tradicional. Saber: Continua sendo "transferido" de forma tradicional, mesmo com facilidade de acessos a informação.

ALGUMAS CARACTERÍSTICAS DA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO RELEVANTES PARA A ESCOLA:
O autor critica com frequência a incapacidade da escola em acompanhar estas transformações devido a nova era digital e tecnológica, marcadas pela presença das tecnologias de informação e comunicação.


INCREMENTO SIGNIFICATIVO DE INFORMAÇÃO E DE FLUXOS DE INFORMAÇÃO:
Esta era digital repleta de informações não contribui somente e restritamente para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos. Não quer dizer que todos estejam bem informados, já que há a possibilidade de manipulação das informações por quem possui grandes poderes e objetivam defender seus interesses.

A RAPIDEZ DOS PROCESSOS E DAS PRÓPRIAS TRANSFORMAÇÕES:
A rapidez na transmissão de informações, gera uma certa perda de atualização e de renovação, inclusive, as pessoas não conseguem abstrair de forma significativa todas estas informações.


COMPLEXIDADE, IMPREVISIBILIDADE E INTERDEPENDÊNCIA:
O autor defende a ideia de que o conhecimento Científico se torna cada vez mais provisório e repleto de incertezas.

EXCLUSIVIDADE DO PROGRAMA RELATIVAMENTE AO QUE É RELEVANTE APRENDER:
Aborda assuntos relacionados ao "programa" que continua a ser determinante quando se decide o que será objeto de avaliação condicionando os objetos de aprendizagem, os conteúdos a aprender, como avaliar,  etc. Além disso, o autor faz várias criticas a escola fechada e tradicional.

FALTA DE ORIENTAÇÃO ESPECÍFICA SOBRE O QUE FAZER COM AS TECNOLOGIAS:
O autor informa que a presença das TIC's no currículo ainda é escassa, não se sabe ao certo o papel das TIC's na aprendizagem. As informações e orientações necessárias, não são fornecidas aos professores. Ainda o uso da internet (fonte de informação) não é prioridade. Revela a importância de tratar esses assuntos como objeto de pesquisa em todas as disciplinas e áreas de conhecimento.

POUCA IMPORTÂNCIA ATRIBUÍDA AO "NOVO ALUNO"
O autor informa sobre a falta de interesse, motivação e estímulos por parte dos estudantes devido a maneira de como os conteúdos são apresentados.
revela a passividade dos estudantes em relação ao método de aprendizagem, sistema/ambiente escolar e o currículo e também destaca que a vida que os estudantes levam, são totalmente desligadas do contexto escolar.

DÉFICIT NA PREPARAÇÃO DOS PROFESSORES:
Aborda a falta de falta de preparação dos professores em relação as questões metodológicas, já que os problemas apresentados não se referem somente as questões técnicas de lidar com a tecnologia. Mas sim, de como fazer o aluno aprender, usando essas tecnologias. Isto remete a pensar também, na formação de professores.

EM JEITO DE CONCLUSÃO:
"A escola tem dificuldades de se ajustar ao século XXI".

Ar de questionamento...


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quarta-feira, 5 de abril de 2017

Relato da aula do dia 04 de Abril de 2017

O tema desta aula se refere ao complexo conceito de pós-modernidade na visão de filósofos especialistas no assunto.
Esta aula permitiu que relacionássemos as vertentes do currículo em relação ao tempo, isto é,

Vertente tradicional =====> Passado
Vertente Crítica ========> Futuro
Vertente Pós-Crítica =====> Presente

As discussões acerca da pós-modernidade ligou a assuntos relacionados ao currículo oculto (acontecimentos ocorridos em sala de aula que não estão estabelecidos no currículo), na qual a professora nos concedeu vários exemplos para facilitar o entendimento.

Posteriormente, foram discutidos assuntos relacionados a avaliação nestas três vertentes da teoria curricular, na qual pude relacionar com o quadro feito por mim antes da aula. (está publicado mais abaixo neste BLOG), juntamente com acontecimentos ocorridos no filme "O substituto". Todos participaram da aula.

Para finalizar, a professora Rita fez várias conclusões da aula. Uma delas que considero muito importante foi que:

O currículo não pode ser algo pronto e acabado. Pois na Educação, não há rotinas e portanto, os dias não são os mesmos. Assim, não deve ser algo engessado!

Por fim, a professora ficou de nos mandar artigos para que cada um faça seus comentários em sala de aula, isto é, na próxima aula.