segunda-feira, 3 de abril de 2017

Meus comentários sobre o Filme "O SUBSTITUTO"

Palavra que resume o filme: FRACASSO.

Um filme provocativo e impactante que revela a realidade das escolas, faz repensar no papel do professor e aborda também a luta e a dificuldade enfrentadas pelos jovens em se descobrir e definir sua identidade diante de vários padrões impostos pela sociedade,  a ausência dos pais na vida de seus filhos, a prática do bullyng no ambiente escolar, a depressão na adolescência, mostrando a posição da escola diante deste fato que resulta no aumento da violência e indisciplina escolar.
O protagonista do filme é um professor que é SUBSTITUTO, isto é, seu ambiente de trabalho não é permanente. Sua vida se resume em andar por várias instituições escolares para substituir outros professores, além disso, a vida do professor substituto é bem atordoada e marcada por diversos problemas como a solidão, fracasso, os problemas de saúde de seu avô, seus alunos indisciplinados sem visão de futuro, seus olhares críticos diante de uma sociedade suja e injusta e sua imposição diante dos fatos. Paralelamente aos problemas enfrentados em seu trabalho, o professor conhece uma jovem menor de idade que trabalha como uma prostituta em sua cidade, comovido pelo sofrimento da jovem, ele resolve ajudá-la com objetivo de ter uma nova esperança e de tentar, mesmo que sem recursos, ajudar a juventude. Sobretudo, é um filme que demonstra as fraquezas, desrespeitos, manipulações e opressões sofridas por todos os componentes de uma instituição escolar.
Foi um filme que me fez questionar a maneira de como foi moldado o sistema educacional e a impossibilidade da escola de fazer algo para ajudar os jovens e apoiar o trabalho docente. Mostra também o amor por esta profissão, pois apesar da dura realidade, fracassos e de todos os seus sofrimentos, o substituto não desiste de:    EDUCAR!
 Esta palavra vai além de transmitir conhecimentos, é acreditar que nossos jovens apesar de suas aparências, seus problemas familiares e da influência da sociedade, são capazes!
O educador em todos os momentos do filme, mesmo sem o apoio da escola e de seus colegas de trabalho,  sempre valorizou os seus realizam pelo seus talentos e isto os estimulavam e os animavam. Daí, a importância da relação professor/aluno.
É importante destacar também, que o filme não trata somente da desvalorização do trabalho docente, mas também da desvalorização dos alunos. Pois a situação daquela instituição escolar chegou a um ponto em que os alunos viraram motivo de chacota e humilhação pelos diretores, professores, pais e outros membros da comunidade escolar.
Sobretudo é um filme obscuro em que não há liberdade e saída para resolver os problemas educacionais em que todos os personagens são verdadeiras vítimas ao se verem atados e incapazes de agirem contra a realidade que lhes é imposta de acordo com cada papel desempenhado.


Imagem relacionada

sábado, 1 de abril de 2017

Sugestão de filme!

O filme sugerido é "O substituto". Em breve irei postar comentários sobre este filme.

Data de lançamento 16 de janeiro de 2013 para DVD (1h 37min)
Direção: 
Gênero Drama
Nacionalidade EUA

SINOPSE E DETALHES

Henry Barthes (Adrien Brody) é um professor de ensino médio, que apesar de ter o dom nato para se comunicar com os jovens, só dá aulas como substituto, para não criar vinculos com ninguém. Mas quando ele é chamado para lecionar em uma escola pública, se encontra em meio à professores desmotivados e adolescentes violentos e desencantados com a vida, que só querem encontrar um apoio para substituir seus pais negligentes ou ausentes. Sofrendo uma crise familiar, Henry verá três mulheres entrando em sua vida e vai começar a perceber como ele pode fazer a diferença, mesmo que isso venha com um alto custo.


Sobre a pós-modernidade...

Para Juremir Machado, a pós modernidade é a negação de qualquer fundação, isto é, nega a materialidade como a definição daquilo que de fato é o real, mas atribui a realidade ao sentido que os sujeitos podem dar as coisas.

Para Lyotard, essa condição de descrédito as grandes narrativas  se deu além do desenvolvimento do capital pela própria lógica interna da Ciência.

A pós modernidade fortalece a luta dos saberes menores dominados historicamente, suprimidos em relação de poder quase solidificados, ela desqualifica o saber maior legitimamente , e coloca a legitimidade na própria força do saber. Ou seja, se o que vale é a eficiência, então não é necessário justificar aquilo que eu luto. Eu simplesmente luto e quem não gosta que deverá me parar.

FONTE: Disponível em: http://colunastortas.com.br/2014/05/15/pos-modernidade/

Quadro comparativo: Avaliação em vertente tradicional e crítica


Aqui está o meu quadro comparativo solicitado na aula do dia 28 de Março de 2017.







Para uma melhor compreensão do que estou querendo dizer, encontrei duas imagens interessantes que mostram como se dá cada tipo de avaliação nestas duas vertentes curriculares:


AVALIAÇÃO VERTENTE TRADICIONAL:






AVALIAÇÃO VERTENTE CRÍTICA:





Viram só?

Infelizmente, depois de tanto tempo...
É fácil perceber que a Avaliação em uma vertente tradicional permanece presente nas escolas Brasileiras, onde um aluno que "decorou" diversos conteúdos tem um bom desempenho. 
Este tipo de Avaliação mede somente o momento da "fotografia" que aos poucos vai se deteriorando com o tempo. 








Relatos da aula do dia 28 de Março de 2017

Foi uma aula muito interessante, na qual nem vi o tempo passar. Aos poucos vou percebendo o quanto meus novos colegas são participativos e o quanto eles gostam de discutir sobre os assuntos educacionais, sendo assim, fiquei tão “presa” na fala e nas opiniões dos colegas que quase não tive muitas falas e exposição das minhas opiniões.A aula foi realizada no prédio do CEDUC da Universidade Federal de Itajubá, na qual as cadeiras foram colocadas em círculo, de modo a facilitar as discussões, uma vez que o espaço era grande e a quantidade de aluno era pouca.O ambiente da sala de aula é muito bem estruturado: Ar condicionado, lousa digital, computadores, cadeiras confortáveis. Julgo tudo isso muito relevante, pois a carga horária da aula é longa e conforto é indispensável para que eu e meus colegas ficassem a vontade.Inicialmente a professora Rita, com suas belas palavras nos apresentou sobre como o currículo é formado e quais são os fatores que influenciam na elaboração do mesmo, como o modelo politico de cada época, quais são os interesses que estão por trás do currículo, quais rumos a sociedade toma a partir do curriculo, qual o futuro do pais e do ser humano por conta do curriculo, etc.Posteriormente, as duas equipes realizaram a apresentação dos textos escolhidos para novas discussões. Os textos eram também sobre currículo e expunham as visões e opiniões de autores especialistas no assunto, o texto da minha equipe abordava um contexto mais histórico do currículo e criticava a teoria tradicional do currículo, ja que nesta abordagem o currículo era constituído sob uma perspectiva taylorista voltada para a produção e industrialização e também possuía uma sequencia lógica, hierárquica e conteúdista. Sendo assim, o currículo era elaborado através de teorias da psicologia como o behaviorismo (condicionamento de Skinner) para a construção de um currículo mecanizado que só defendia os interesses das classe mais favorecidas.Mais tarde, a professora Rita solicitou que assistíssemos o filme “Os substitutos” para uma futura discussão, solicitou que elaborássemos um quadro comparativo sobre a Avaliação nas vertentes Tradicional e crítica, com base nas autoras Isabel Cappeletti, Luckesi e Ana Maria Saul e também responder o que é a “pós-modernidade”.Para finalizar a professora Rita montou o seguinte fluxograma para compreendermos melhor os assuntos que estão sendo abordados nas aulas:


 

Diante do esquema, é possível percebermos que leva ao conhecimento. Mas este conhecimento é específico, ou seja, o conhecimento depende das relações do  professor e do aluno que vão aos poucos construíndo o conhecimento que nunca estará pronto e acabado.



sexta-feira, 24 de março de 2017

Esquema solicitado em Sala de aula - Outra Versão

Abaixo se Encontra uma outra versão do esquema solicitado em sala de aula do texto:





"Principais preposições sobre currículo numa perspectiva da Ciência natural e da teoria crítica"





sábado, 18 de março de 2017

Relato da aula do dia 14 de Março de 2017

Foi uma aula repleta de emoções e memórias...

Para começar, a professora Rita nos entregou um lindo poema, intitulado "Não entendo o espanto" de Jorge Elli.

Em seguida, solicitou que relacionássemos novas experiências e vivências com as palavras do poema. Desde então, a aula ficou muito emocionante, pois tive a oportunidade de ouvir as vivências e as histórias incríveis de meus novos colegas, assim esta aula permitiu que eu conhecesse cada um deles.

Na medida que eu e meus colegas iam contando suas lindas histórias e experiencias de vida, a professora anotava na lousa as principais palavras mencionadas por nós:


Espanto – Construção – Pedaços Costurados (Lembranças,  Aluno/Professor) – Sementes Que Se Plantam – Os Enganos – Plantamos O Que Sabemos E O Que Não Sabemos – Incomplitude (Somos Seres Inacabados – Procura/Desejos/Escolhas) – Vivências – Jornada (Resiliência) – Loucura Necessária.

Posteriormente passamos a relacionar as palavras e vivencias aproximando-se mais de assuntos relacionados ao currículo, ideologias, escola, sociedade, jovens, etc.

Para finalizar, discutimos o resumo do texto "Uma abordagem sobre currículo e teorias afins visando a compreensão e mudança" solicitado em aula anterior.